Pra q nexo?

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Pra elas e pra ele.



É que quando a vida pede respostas, é que está na hora de pensar em possibilidades, e valorizar as atitudes que já foram tomadas e acertadas.

É que quando a saudade bate, não é fácil ser racional e pensar no que realmente é bom para todo mundo.

É que os amigos, os bons e verdadeiros, a gente guarda e leva para sempre. Independente de distância, de compromissos, de novos amigos, de novas verdades.

É que as oportunidades, a gente agarra, corre atrás e aproveita.

É que família como a do 3ºC vai ser difícil de encontrar, mas nem vai ser preciso, porque essa não vai se acabar.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Esperar



Pode não ser a melhor escolha,
pode parecer fraqueza,
pode ser falta de reflexões mais profundas,
pode ser preguiça do novo ou mesmo descaso,
pode ser a forma mais covarde de agir,
pode até mesmo fazer com que eu me perca ainda mais.

Mas eu decidi, com ponto final e tudo que o melhor que a gente (eu) pode fazer em momentos difíceis é esperar, ver da vida o que ela espera de nós.
Quando se espera muito da vida e se segue o caminho sem esperar respostas é mais fácil se perder e se machucar. Então, mesmo que doa, e eu sei que vai, vou esperar pra ver o que essa maluca quer de mim, e qual a melhor forma de vivermos em paz.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Sei lá!


Sei lá, é um sentimento diferente, que mistura tudo com muita coisa e me deixa confusa.

Sentimento de perca, de saudade, de carinho, de ansiedade, de tristeza, de alegria, de conquista. Um mix de tudo, que pela lei do pra sempre' é impossível de se transformar em nada.

Sinto que valeu a pena, sinto que muita coisa eu faria diferente, mas sinto também que só hoje tenho maturidade para perceber o que perdi, e o que algumas mudanças me proporcionariam. E se era pra acontecer, que fosse feito. Porque sem os erros seria difícil aprender o valor dessa conquista. Até os erros têm seu devido valor.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Depois da curva

Amanhã, talvez
Esse vendaval faça algum sentido
Dá pra se dizer
Qualquer coisa sobre todo mundo

Por hoje é só
Vou deixar passar a ventania
Talvez amanhã
Vento, vela e velocidade

Mar azul
Céu azul sem nuvens
Logo ali... depois da curva
Ali, logo ali, ali... depois da curva

Amanhã talvez
Esse temporal saia do caminho
Dá pra escrever
O papel aceita toda qualquer coisa

Por hoje é só
Vou deixar passar a tempestade
Talvez amanhã
Água pura e toda verdade

Mar azul
Céu azul sem nuvens
Logo ali... depois da curva
Ali, logo ali, ali... depois da curva

Ali, logo ali, ali... depois da curva
Ali, logo ali
Eu vi, eu vim, venci a curva






video

domingo, 21 de novembro de 2010

Assim.


Sem forças e sem um motivo que me leve procurá-las.

Sem esperanças e sem o credo de q ela é a última que morre.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Reinventar




"(...)Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbedos
O lirismo difícil e pungente dos bêbedos
O lirismo dos clowns de Shakespeare

- Não quero mais saber do lirismo que não é libertação."
(Manuel Bandeira)


O lirismo dos bêbados, sem compromissos com formas, versos ou rimas. O lirismo dos loucos, que não se preocupa com a aceitação do outro. O lirismo dos clowns, como Charles Chaplin, que diverte da forma mais sutil possível.

Nada que seja forçado, organizado ou esquematizado em termos de leitura quer mais me interessar. O que me intriga e fascina é o que não faz mesmo sentido algum, aquilo que me deixa livre pra criar.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Moldura


Precisa-se de um palco.

Desses que fazem a gente brilhar os olhos,
desses que fazem a imaginação fluir e não apenas que confirmem o óbvio,
desses que fazem crescer a vontade de viver.

E depois é só ver nele o espetáculo que já acontece.

Não que seja,
mas se for
Que deixe ser!

domingo, 17 de outubro de 2010

Há que ser.'



Se alguém tem algo de bom sem sofrer, não tenho capacidade de julgar, só sei que concordo plenamente com este texto.


"Para ser flor há que ser raiz
Plantada bem no fundo da mãe terra
Para ser cristal há que ser areia
Roubada sem mercê aos domínios da água
Para ser borboleta há que ser larva
Arrastada em si própria pelos troncos
Para ser pássaro há que ser rasteiro
Agarrado ao chão em tempos ancestrais
Para voar, o homem tem que ter os pés
Assentes na terra, na água, nos troncos, no chão
E procurar nas origens as asas que o elevam."

Lique


Que o eu raiz, areia, larva e "pássaro rasteiro" possa alçar voo e se transformar em algo melhor.

domingo, 10 de outubro de 2010

Coração de papel.

acho que meu coração é de papel.

É de papel,

porque quando ele é amassado, não consegue se recuperar totalmente;

porque quando é regado à lágrimas, derrete;

porque mesmo quando se passa borracha no que estava escrito, as marcas ainda ficam lá;

porque é maleável, e quando tratado com jeitinho, é fácil de ser dobrado;

porque ele aceita ser riscado, rabiscado ou desenhado...

Talvez até já seja um papel reciclado.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Como se fosse a primeira vez...


Tudo, exatamente tudo se transformou, cada tom de voz, cada toque de pele, cada sorriso, palavra, brincadeira.

É bobo. É a mais boba forma do gostar, mas é a minha. Aquela platônica no sentido irreal e mais usado, mas que gostaria de ser mais que isso.

Subjetivo. Nada de concreto, nada de clareza ou de demonstrações óbvias. Seria bom fosse ele um leitor de entrelinhas.

Quieto. A espreita dos acontecimentos que poderiam influir e já influenciam. Só esperando uma nova desilusão para se diluir.

Triste. Uma vez que consciente que suas limitações, de sua falta de chance para uma sobrevida.

Mas não é o primeiro. Eles, "os gostares", parecem ter uma fórmula geral,com constantes e incógnitas variadas, mas que sempre convergem para o mesmo resultado. Uma lembrança + vários arrependimentos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A um ausente




Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste



Carlos Drummond de Andrade

domingo, 5 de setembro de 2010

Como somos previsíveis.

Depois de ouvir histórias malucas, mas sempre as completando - adivinhando o que havia acontecido - pude perceber o quanto as pessoas são previsíveis. Não que seres pensantes como somos, sempre tenham as mesmas ideias ou tenham ações que sigam regras.

Na verdade quando você conhece uma pessoa, e sabe de algumas ações dela frente a fatos, mesmo que corriqueiros, fica bem fácil imaginar o que ela faria em outras situações. Talvez isso se deva a uma imaginação fértil, ou a apenas a devaneios da mente, mas o fato é que nós, seres humanos, querendo ou não temos uma certa tendência a agir de forma sempre constante ou sempre inconstante. E não pense que a inconstância deixe alguém escapar dessa "previsibilidade", se espera do inconstante que ele não faça o que se espera, logo consegue-se adivinhar o que virá a seguir.

Claro que como toda regra essa não fugiria de algumas e boas exceções, há quem não seja nem um pouco previsível e há também aqueles que parecem ser os mais previsíveis, mas em algum momento nos surpreendem. Esses talvez nem mesmo se entendem, ou percebem isso em suas ações... Talvez estão ainda procurando o que serão e quando conseguirem se encontrar se tornem previsíveis, fugindo do "ser" exceção.

domingo, 29 de agosto de 2010

Diluição natural (ou não) das coisas


Na semana que se passou foi aniversário de umas das minhas melhores amigas, a Mí, e como eu sei que ela é umas das poucas que faz uma visitinha aqui de "vez em quando" deixo aqui tbem meus parabéns!
=D

E agora eu vou dar mais uma piradinha textual, tá sem nexo mas eu não preciso disso! ;P
---------------------II---------------------

Pouco a pouco algo parece ir se diluindo. Sonhos, verdades absolutas, esperanças inalcançáveis e ilusões temporárias vão se esvaindo da pobre e vazia mente.

Pode e deveria ser, apenas a maturidade mostrando a face real das "coisas", mas há também a desconfiança de que seja um desinteresse em manter a parte da vida que faz rir, para não ser julgada ou apontada mais tarde.

Não que seja de comum acordo que verdades absolutas e ilusões temporárias façam bem a quem os possui, mas que pitadas de cada um são essenciais deve-se concordar. Se só por comodidade, uma pessoa desiste de suas próprias verdades, ela também desiste de sua identidade, mas não se pode basear somente nelas. Há uma parte em cada um, que depende do inexistente para ser suprida, e as ilusões "bobas" e esperanças absurdas são necessárias para que tenhamos a visão do abstrato e de elementos surpresa.

Se o medo de julgamentos e trantornos posteriores fazem com que o presente se torne um martírio, esses não podem ser argumentos que defendam a inutilização da ilusão. E já que acredito plenamente no uso desse componente como essencial, não sou capaz de visualisar defesa possível para o ato de desistência da identidade.

sábado, 21 de agosto de 2010

Musicalidades



Era uma sensação estranha, diferente, mas sem sombras de dúvidas muito prazerosa. Não foi o primeiro contato com a música, mas a primeira vez que ouvi com tamanha emoção. Aos meus doze anos de idade, em uma viagem de oito horas, nenhum momento seria mais propício para esse despertar.

Na montagem do ambiente feita pelo destino, ele foi certeiro ao colocar Tom Jobim para o primeiro "acorde". Ouvi a coletânea maravilhada, tanto que meu tio, dono do CD, até se assustou com a pausa da minha tagarelice. Na viagem, depois de Tom ainda houveram muitos, todos cantavam um ritmos inspirador e calmo, e a paixão por MPB foi transmitida a mim sem a menor resistência.

Ao chegar em minha casa, a falta da música me afetou pela primeira vez; já que antes disso não tinha uma relação de dependência, nem mesmo me importava com os "ruídos" que ouvia. Senti a ausência daquele sentimento novo, e comecei a procurar por músicas que me tranmitisem a mesma paz, e aos poucos fui conhecendo e me apaixonando por outros ritmos.

Assim, meu contato com a música foi se tornando cada vez mais profundo e até mesmo dependente. Preciso dela pra estar bem, por isso tomo doses diárias de ritmo e mesmo depois de conhecer várias vertentes e gêneros ainda me "acabo" e sinto a primeira sensação do acordar.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Fora de mim

Pra onde vou, aonde estou, aonde vou, aonde estou, aonde vou, aonde estou.[?!?!?]


E a dúvida se instala mais uma vez. Não sei se quero, se posso, se consigo. Só sei que não queria ser eu para não ter que decidir meu próprio futuro.


O que as vezes me consola, como a toda pessoa de pensamento pequeno - e não que eu me orgulhe - é que há outros como eu, que estão em um momento decisivo de suas vidas e por enquanto só olham covardemente para um banco de decisões.


Fora de mim, consigo observar essa garota, a espreita esperando uma oportunidade para fugir do definitivo e não precisar ter responsabilidades por erros.


"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar."
-- William Shakespeare

Arriscarei! [-assim espero.

sábado, 31 de julho de 2010

"Nunca desvalorize ninguém
Guarde cada pessoa perto do seu coração
Porque um dia você pode acordar
E perceber que você perdeu um diamante
Enquanto você estava muito ocupado colecionando pedras."

domingo, 25 de julho de 2010

O que me falta.


Tudo, muito, pouco ou nada.
Só isso que me basta,
é só isso que me falta.


Me falta um tudo quando o nada já me basta.
Me basta o pouco, quando o muito desagrada.


Só não há o que fazer,
quando a dúvida se instala.
Se o que me falta já me basta,
ou se nada bastaria.

sábado, 3 de julho de 2010

Variabilidade



Um dos mistérios mais intigrantes da vida é a variabilidades de coisas, emoções e sentimentos humanos. A forma como fatos ocorridos em frações de segundo podem dar início a uma mudança profunda de pensamentos e atitudes posteriores, é fascinante.

Qualquer detalhe que muda ou que é deixado para trás pode fazer "a" diferença. Por isso há tantos altos e baixos e tantos momentos completamente distintos em nossas vidas. É óbvio que é impossível prestar atenção em completamente tudo que acontece a nossa volta, mas quem se dedica um pouco a isso com certeza tem mais chances de acertar em suas escolhas.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

1 ônibus, 1 último ponto, 1 "viagem" em pé. (e pra que nexo?)


Causos... ah os causos...
. E quem nunca ouviu, mesmo que sem querer uma conversa no ônibus? Pois hoje mais que intencionalmente, me dediquei a isso. E como me foi construtivo!
Depois do árduo dia de estágio ouvi...
. - as reclamações sobre a velocidade do motorista; é essa vida de horários apertados, vida "corrida", tudo pra todo mundo é lento demais, ao invés de curtir a paisagem (Cajuru/Divinópolis) , a única coisa que conseguimos pensar (claro que me incluo) é em chegar em casa e no quanto as pernas doem.
. - a história de uma traição e de um filho que não tinha a cara do pai; e não é que a "minina" era minha parenta... história complicada... dela, do vizinho e do marido. O filho? coitado...
. - o dilema do homem sem o dinheiro pra "passaginha"; a cobradora de repente disse: - é dois e vinte cinco - e ele sorri (meio que dizendo, e não foi isso que eu te dei?), ela insiste e explica: - você me passou só 25 centavos, ele olha e diz: - ham! Não entendi realmente o que aconteceu, havia algo há mais pertubando meus pensamentos, pensei em pegar dois reais na bolsa e pagar, mas veio em minha cabeça as famosas recomendações maternas... imagine se fosse um ladrão?! Senti uma ponta de medo, afinal quem em sã consciência faria algo assim? eu poderia ser até mal interpretada! E prejuízo é só o que desejo pra Braulino!
. - a alegria da cobradora que vai se casar Domingo; oh! doce ilusão, tão animada sonhando em ter em sua vida um romance de telenovela... em suas próprias palavras ouvi que após um namoro de seis anos ela iria se casar, a conversa começou quando uma conhecida (dela) perguntou, após ver sua aliança, se ela estava noiva, e a cobradora começou a tecer a conversa sobre os preparativos... que seja feliz! Se possível for nessas condições...
. - os elogios a um novo modelo de celular; último lançamento... isso, aquilo... só não consegui descobrir se ele fazia e recebia ligações, mas até que era "bonitinho" o exemplar. Imagine uma pessoa que consegue falar 40 min sobre o novo brinquedinho? Não que eu tenha aguentado ouvir mais que 2, mas percebi em observações espaçadas que o assunto não mudava, só tive pena da pessoa que estava ao lado.
. ... mas logo adiante, depois de tanta experiência vivida um lugar se vagou, e sentei-me do lado de um leitor de Fernando Pessoa, oh... outra forma de experiência sem experimentação, mas ali fora as olhadelas pra descobrir que livro seria aquele, eu, depois de tanta informação me permiti apenas refletir sobre aquilo que havia observado.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Sei lá... ás vezes é bom fazer coisas sem nexo algum. Por exemplo digitar algum nome estranho no "4shared" e ouvir as músicas que nunca se ouviu falar, acho de tudo um pouco... e por vezes me identifico.Eis o meu ultimo achado!


Meus defeitos
Laís Oliveira

Eu procuro um amor que seja meu...
Alguém pra dizer que meu coração é seu...
Um amor que seja eterno enquanto durar...
E que deixe belas lembranças se um dia acabar...

Preciso escutar palavras de carinho...
Ganhar surpresa, abraço, beijinho...
Coisas pequenas, um sorriso inocente...
E a certeza de nunca estar ausente...

Desejo uma paixão que me enlouqueça...
Alguém que freqüente meus pensamentos...
Que desperte em mim profanos sentimentos...
E que faça que todo o resto desapareça...

Preciso de atenção pro meu novo perfume...
Alguém que de mim sinta ciúme...
Que não só ache corpo, rosto, olhos perfeitos...
Mas sim alguém que ame todos meus defeitos...


Egocentrismo romantico!
Confesso que não concordo muito, com esse tipo de apelo musical, acredito que ele seja até mesmo um contribuidor para idéias altamente depressivas e nocivas. Mas o interessante dessa música é que ela traduz bem o que a maioria das pessoas (principalmente mulheres) buscam em um relacionamento. Atenção, atenção e atenção.!
Parece até fácil falando assim, mas a verdade é que essa atenção não é tão disponível assim para ser doada, pois quanto mais se tem, mais se quer, e 'querendo' ou não todos temos nossas próprias vidas para cuidar.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Enquanto durar?

Pra sempre’


Tudo pode ser mudado em nossa vida por até mesmo uma brisa. Somos na verdade nada mais de que um produto inacabado da junção de vários acontecimentos distintos. Por isso ninguém é igual a ninguém. Um homem não só é produto do meio, mas de tudo a que ele tem contato. Um minuto que não fazemos absolutamente nada fica também ‘pra sempre’ marcado, pois poderíamos ter tido naquele momento até mesmo uma idéia que acabaria com a fome no mundo, e simplesmente não fizemos nada. Qualquer acontecimento, relevante ou não, bom ou mau, marca a vida do ser humano.

Olhe a sua volta e preste atenção no 1º objeto que ver a sua frente, pense qual a diferença que ele faz na sua vida, se pra você não houver sentido nenhum, então qual o sentido de ele existir? E a partir de agora ele já deixou marcas na sua vida, foi nele que você gastou segundos pensando.

Peço desculpas a quem juro que amarei pra sempre’, o que acabo de escrever não é um descaso com essas juras, é só uma demonstração de que o juramento pode sim ser válido, esse pra sempre’ tantas vezes pronunciado por meus lábios realmente existe e quando o digo em tais circunstâncias não são os mesmos de minhas explicações. Todos os sentimentos, sempre deixarão marcas, mas os merecedores do meu pra sempre’, são os que eu não quero esquecer, os que deixam marcas tão lindas, que são elas que eu quero fiquem pra sempre’ comigo.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Não se acabou.

e o Mundo Não Se Acabou.

(Adriana Calcanhoto)

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar
Por causa disso, minha gente lá de casa, começou a rezar
E até disseram que o sol ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite. lá no morro, não se fez batucada

Acreditei nessa conversa mole
Pensei que o mundo ia se acabar
E fui tratando de me despedir
E sem demora fui tratando de aproveitar
Beijei a boca de quem não devia
Peguei na mão de quem não conhecia
Dancei um samba em traje de maiout
E o tal do mundo não se acabou

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar
Por causa disso, minha gente lá de casa, começou a rezar
Ainda disseram que o sol ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite. lá no morro, não se fez batucada

Chamei um gajo com quem não me dava
E perdoei a sua ingratidão
E festejando o acontecimento
Gastei com ele mais de um quinhentão
Agora eu soube, que o gajo anda
Dizendo coisa que não se passou
E, vai ter barulho, e vai ter confusão
Porque o mundo não se acabou

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar
Por causa disso, minha gente lá de casa, começou a rezar
E até disseram que o sol ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite. lá no morro, não se fez batucada

Acreditei nessa conversa mole
Pensei que o mundo ia se acabar
E fui tratando de me despedir
E sem demora fui tratando de aproveitar
Beijei a boca de quem não devia
Peguei na mão de quem não conhecia
Dancei um samba em traje de maiout
E o tal do mundo não se acabou

Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar